Atriz abandona Hollywood para virar Grower

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A atriz Heather Donahue, que ficou famosa em 1999 por estrelar ‘Bruxa de Blair’, não atua mais. Ela agora se dedica a outra atividade: plantar maconha! Segundo informações da revista People, o cultivo tem finalidades medicinais. Heather escreveu inclusive um livro de memórias, batizado ‘GrowGirl: How My Life After The Blair Witch Project Went to Pot’, que mapeia o início de sua nova profissão.

Em entrevista, a ex-atriz explicou que resolveu ser cultivadora de maconha porque era uma “ávida jardineira” e por isso se tornou uma “garota solitária” vivendo anos na loucura de Los Angeles.

Compostos da maconha (THC e CBD) podem ter efeitos contrários no cérebro

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Compostos da maconha (THC e CBD) podem ter efeitos contrários no cérebro
Dois componentes da maconha têm efeitos opostos em algumas regiões do cérebro. Um produto químico, o tetraidrocanabinol (THC), aumenta os processos cerebrais que podem levar a sintomas de psicose – como alucinações ou delírios. Enquanto isso, outro composto, chamado canabidiol (CBD), pode “negar” esses sintomas, como indica um novo estudo.

Os resultados do novo estudo realizado em Londres são os primeiros a usar imagens cerebrais para demonstrar a razão pela qual sintomas de psicose surgem em usuários de maconha. De acordo com pesquisadores, o principal motivo disso acontecer pode ser o THC, que interfere na capacidade cerebral de distinguir quais são os estímulos importantes – o que os pesquisadores chamam de uma anormal atribuição de relevância.

Maconha não prejudica o cérebro, diz estudo

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Os resultados do estudo mostraram que o uso de drogas no passado ou até mesmo no presente não está necessariamente associado com o funcionamento cognitivo do cérebro.

Pessoas com 50 anos ou mais que fumam ou já fumaram maconha não podem mais culpar a droga pelos esquecimentos. Um novo estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology mostra que a erva não danifica o cérebro. Pelo menos não de forma permanente.

Os cientistas analisaram quase 9.000 britânicos e os que haviam usado drogas recentemente ou no passado obtiveram melhores resultados em testes cognitivos do que os que nunca haviam fumado. A diferença, pequena, pode ser explicada pelo nível de educação ligeiramente maior dos usuários.

A pesquisa foi realizada em duas etapas. Na primeira, os voluntários, com 42 anos, precisavam relatar se usavam ou se já tinham usado qualquer tipo de droga. Do total, um quarto dos participantes já tinha usado substâncias ilícitas - não só maconha, mas também cocaína, ectasy, LSD e cogumelos alucinógenos.

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