Igreja da Maconha é descoberta em interior de SP

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O dono do local já foi preso por tráfico de drogas, mas alega que a plantação era para consumo próprio.

A polícia de Americana, cidade do interior paulista, recebeu a denúncia de um local onde havia plantação de maconha. Chegando lá os policias descobriram que era uma igreja onde os frequentadores idolatram a maconha.

Os guardas municipais encontraram 32 árvores da erva e em um dos cômodos da casa foi encontrado um prato com a maconha pronta para uso.

O dono da igreja já havia sido preso por tráfico de drogas, mas ele garante que as árvores de maconha não eram para ser vendidas e sim para consumo próprio e dos frequentadores da igreja.

Maconha é mais saudável que cigarro

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Maconha é mais saudável que cigarroFoi o que eu ouvi, assustado, de olhos esbugalhados, da boca do meu ex-sogro, o inesquecível doutor Garibaldi Machado, em sua residência, em Santo Ângelo, creio que em inícios de 1970. Naquele então, eu estudava História na UFRGS, envolvido na política acadêmica e extra-acadêmica, cada vez mais reprimida pelo governo militar.

Após a refeição, comentávamos notícia dada pela grande imprensa sobre a pretensa descoberta em residência universitária, não sei se do Rio de Janeiro ou São Paulo, de "farto material subversivo", "revistas pornográficas" e "trouxinhas de maconha". A mensagem jornalística era direta - os estudantes, além de "subversivos", liam pornografia e eram "maconheiros". Pior, não podiam ser!

Para a classe média de minha geração, jamais se pusera a questão de consumir ou não maconha, vista como coisa de favelado e marginal, para não dizer mais. Apenas com a guerra do Vietnã e com "Easy Rider", daquele mesmo ano, o velho baseado conheceria indiscutível promoção social entre a juventude nacional, sobretudo nos longos e pesados anos da paz policial que se impôs sobre a sociedade brasileira. Não fumávamos maconha mas bebíamos nos finais de semana, sem qualquer reparo pelos mais velhos, quantidades impressionantes do péssimo whisky, rum, gim cerveja então à nossa disposição.

Brasil libera sorvete de maconha

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Foi liberado no Brasil um sabor de sorvete que promete causar polêmica ,é o sorvete de maconha! A ideia é tentar diminuir o preconceito sobre a planta que pode e é usada no tratamento de doenças, como o câncer. Um outro objetivo seria ajudar os usuários que quisessem diminuir o uso.


Mas o sorvete que foi liberado no Brasil não contem o principio ativo da maconha, o THC (Tetraidrocanabinol), substância responsável por causar os efeitos psicotrópicos da droga. Em outras palavras, o sorvete não dá onda.

O produto deve chegar no final do ano nos estabelecimentos comerciais. Algumas das versões serão com pedaços de chocolates, menta e pistache. A notícia é do Mania de Saber.

Chile autoriza cultivo de maconha medicinal

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Chile autoraiza cultivo de maconha medicinalSuprema Corte revogou proibição de cultivo em prédio no sul do país. Recurso apresentado por empresa afetada foi aceito por unanimidade.
A Suprema Corte do Chile revogou uma proibição do estatal Serviço Agrícola e Pecuário (SAG) para o cultivo com fins medicinais de maconha e autorizou a plantação de cannabis em um prédio do sul do país, informou o Poder Judiciário.

"A Suprema Corte acolheu um recurso de proteção apresentado contra uma decisão do Serviço Agrícola e Pecuário (SAG), que revogou uma permissão para o cultivo de cannabis sativa com fins medicinais", disse um comunicado oficial.

Em decisão unânime, a Terceira Sala da Suprema Corte acolheu a ação cautelar (o recurso de proteção) apresentada pela empresa agrícola afetada, afirmando que o SAG violou o direito de igualdade diante da lei por revogar "uma permissão inicial outorgada sem a realização de uma audiência prévia na qual se permita expor argumentos".

O SAG tinha autorizado em março passado o cultivo e a colheita de cannabis, mas posteriormente revogou a autorização após uma série de consultas com outros órgãos públicos.

Metade de americanos apoia a legalização irrestrita da maconha

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Índice é o maior já registrado no país, segundo o Gallup. Para 46% dos entrevistados, substância deve continuar proibida.

Metade dos norte-americanos é favorável ao uso da maconha, segundo uma pesquisa Gallup divulgada na segunda-feira (17). É o maior índice já registrado, o que pode aumentar a pressão pela alteração das leis sobre a droga nos Estados Unidos.

A pesquisa mostra um apoio maior à legalização entre liberais e entre menores de 30 anos - mais de 60% em ambas as categorias. Entre os maiores de 65 anos, só 31% aprovam a legalização.

'O apoio à legalização da maconha tem crescido ao longo dos últimos anos, chegando a 50% hoje, o máximo já registrado', disse o sumário da pesquisa.

Para 46% dos entrevistados, a maconha deve continuar proibida.'Se esta tendência atual de legalizar a maconha continuar, a pressão pode crescer até que as leis da nação sejam colocadas em concordância com os desejos das pessoas', disse o sumário.

O Gallup diz que o apoio à legalização passou de apenas 12% em 1969 para 30% em 2000 e 40% em 2009. No ano passado, outra pesquisa do instituto revelou que 70% dos norte-americanos eram favoráveis a permitir que os médicos pudessem receitar a maconha como analgésico.

Entenda os Conflitos sobre a legalização da maconha medicinal nos EUA

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Nos debates — e nas notícias — sobre a legalização da maconha no Brasil, há uma referência constante: nos Estados Unidos, o uso da maconha para fins medicinais começou a ser legalizado em 1996. Na verdade, não há qualquer lei federal nos EUA que descriminalize o plantio, a distribuição e o uso da maconha, para qualquer fim, dizem agentes e promotores federais, segundo o Las Vegas Review-Journal.

O que existe no país é um conjunto de leis estaduais que legalizaram o uso medicinal da maconha, umas espelhadas nas outras. Mas, em vários desses estados, distribuir e plantar maconha ainda dá cadeia.

Em Nevada, o estado que abriga os famosos cassinos de Las Vegas, Lake Tahoe e Reno, 12 pessoas que operam uma cooperativa de distribuição de maconha sob a proteção da lei estadual, foram presas por agentes federais e estão sendo processadas. Outras sete pessoas, que operam “dispensários” (estabelecimentos de beneficência que “dispensam” gratuitamente medicamentos e que ostentam oficialmente o título de "totalmente legal"), também foram presas. Todas estão sendo acusadas de crimes de distribuição, produção e posse de maconha.

Ong que tenta liberar maconha chega ao Brasil

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Uma das organizações não-governamentais (ONGs) americanas mais atuantes em defesa da descriminação da maconha, a Norml, chega ao Brasil nas próximas semanas. Com sede no Rio de Janeiro, a ONG tentará formar grupos para lutar no Congresso pela liberação da droga.

"Nossas ações serão, basicamente, acompanhar o noticiário sobre maconha no País, organizar eventos e protestos, além de pressionar os legisladores para aprovar a descriminação da maconha. Nosso objetivo é combater a proibição da maconha para adultos", disse um dos gerentes da Norml, Ross Belvilly, de 42 anos. "Esperamos formalizar o contato em outras cidades para levar nossa mensagem."

Com sede na Califórnia, a Norml brasileira adaptará o discurso original. No lugar de propostas mais voltadas para o uso medicinal da droga, no Brasil, o discurso privilegiará a relação entre a venda ilegal e a violência.

"Queremos mostrar que a violência e os crimes relacionados com a maconha são decorrentes da proibição e não por causa da droga em si. O que você proíbe, você entrega aos bandidos. E criminosos fazem coisas de criminosos. Se você legalizar a maconha, verá que as pessoas que usam vão resolver os seus problemas no tribunal, como as pessoas que usam álcool ou tabaco resolvem", disse Belvilly.

"Sei que o Brasil é um país muito religioso. Aqueles que cresceram na Igreja podem achar que maconha é coisa do mal. Os brasileiros têm de entender que a maconha é uma planta de Deus. O problema foi o jeito que se usou para controlá-la."



Legalização ? da Maconha

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Hoje em dia a discussão sobre a descriminalização das drogas tem sido comum, as pessoas têm discutido como nunca antes foi. Toda essa questão de descriminalização das drogas tem ganhado força, como muitos sabem em 2011 mais um homem se uniu a favor da descriminalização e isso gerou grandes discussões sobre o assunto, e por isso muitas pessoas vem olhando de outra maneira tudo aquilo que era tomado como verdade. Esse homem é Fernando Henrique Cardoso, ex presidente da república.

O tráfico de drogas faz girar uma quantia inimaginável de dinheiro no mundo e os usuários de drogas do Brasil são vistos como principais culpados por todo esse tráfico, porem, muitos já mostraram outros pontos de vista. A droga mais popular da América do sul até o caribe (Cannabis) entra no Brasil pelo Paraguai e a outra pequena parte é do próprio país. Vamos pensar da seguinte forma: o país que possui uma força armada para defender todo o território brasileiro e todas as fronteiras em uma guerra será que não é capaz de fiscalizar a entrada de uma planta em apenas uma fronteira, ou o tráfico tem tanto poder a ponto de desafiar o mundo? HÁ quarenta anos vemos a guerra contra as drogas falha, dia após dia pessoas morrem e são excluídas de um sistema que se julga perfeito, está perceptível a todos que essa guerra não está indo a lugar nenhum, então se o tráfico ganhou tanto poder será que não seria a hora de uma discussão sobre outras alternativas para lidar com as drogas no mundo?

A descriminalização do uso de drogas gera para muitos, outra discussão sobre uma droga em especial, a Cannabis sativa, mais conhecida como maconha. Muitos são a favor de descriminalizar, outros de legalizar e grande parte da população não sabe a diferença entre os dois. Descriminalizar é não penalizar o consumo, porém a venda continuaria sendo crime. Legalizar seria tornar livre o uso, plantio e venda, assim como o álcool e o tabaco que são drogas legais no Brasil

Muitos dizem que as pessoas que são a favor da legalização são geralmente usuários que não pensam e ficam sempre “viajando”, porem como essas pessoas que ficam “viajando” conseguem tantos estudos não só a favor da legalização mais sobre diversos assuntos? Muitas pessoas parariam de comprar maconha se pudessem plantar, mas hoje se você tem em casa uma planta isso é motivo para cadeia com a acusação de trafico, e se você é pego com o que é vendido por ai só é preciso assinar o termo circunstanciado. E como a maior parte da sociedade (que fume ou não) tem medo da polícia hoje em dia é menos perigoso comprar do que plantar.

Hoje muitas pessoas já assumiram que gostam, fazem o uso da planta regularmente, sabem todos os efeitos dessa planta no organismo, seja eles bons ou ruins, pois o uso dessa planta não traz só benefícios, e isso é usar com informação.

Além dessas pessoas, existem pessoas que fazem o uso dessa planta com essa mesma informação, porem ainda vive em um padrão de normalidade social. Por ultimo à um outro tipo de usuário, é aquele que usa pelo simples fato do proibido, e assim o faz pensar que é um doente, muitas das vezes o faz experimentar outras drogas que podem levar a uma dependência séria, será que essa dependência poderia ser evitada com informação?

Hoje já sabemos que a cannabis é uma droga relativamente leve, comparada a outras drogas que são usadas legalmente e afim de divertimento ela não apresenta graves riscos. Existe um estudo sobre as drogas mais prejudiciais e com isso foi feita uma lista sobre as dez mais perigosas.

1°- Heroína

2°- Cocaína

3°- Barbitúricos (usados em remédios para dor de cabeça)

4°- Metadona (ópio)

5°- Álcool

6°- Cetamina (usada para conter efeitos psicotrópicos)

7°- Benzodiazepinas (usada no tratamento sintomático da ansiedade e insônia)

8°- Anfetamina

9°- Tabaco

10°- Buprenorfina (derivada da heroína)

Estudo liderado pelo professor David Nutt [Universidade de Bristol - Inglaterra]

Entre elas vemos drogas que são vendidas legalmente ou sobre acompanhamento médico como o Barbitúrico, cetamina, Benzodiazepinas e a Anfetamina. Porem as piores são duas que são vendidas legalmente sem fiscalização, pois qualquer criança compra álcool ou tabaco e isso todos sabemos.

A cannabis aparece logo depois em décimo primeiro lugar, bem atrás das que são vendidas legalmente e das que são utilizadas por médicos. Um ponto muito importante que não podemos deixar de comentar que a cannabis também é medicinal. Hoje existem inúmeros estudos do efeito medicinal dessa planta, porem, assim como qualquer medicamento seu uso indevido pode trazer riscos, então a que ponto seu uso pode se considerar seguro? Como todas as drogas não existem níveis seguros, porem existem tratamentos com acompanhamento médico, e por isto o médico só aceita ministrar se o benefício for maior que o risco, assim como muitos tratamentos para doenças graves. Um exemplo que todos conhecem é o efeito da quimioterapia nos pacientes com câncer.

Estarei relacionando oito doenças em que o uso de cannabis obteve bons resultados no tratamento ou na diminuição do avanço da enfermidade.

Câncer – geralmente é usado THC sintético (comprimido) para diminuir a dor e

as náuseas causadas pela quimioterapia. Em casos extremos pode ser indicado o cigarro, pois os efeitos são mais duradouros (isso ainda gera muita polemica).

AIDS – o uso tem praticamente as mesmas indicações feitas para os doentes

com câncer, porem, o maior benefício da maconha, nesse caso, é o apetite. Como aidéticos tem sérios problemas com a desnutrição, causada pela inapetência, a cannabis tem o papel de abrir o apetite, efeito muito conhecido da droga, a famosa larica.

Cólicas Menstruais – neste caso a maconha tem um efeito de analgésico, proporcionado alivio para as dores e relaxamento.

Inflamações da pele – mesma condição receitada para cólicas menstruais, inibição da dor.

Asma – o THC (o THC e não a fumaça) em contato com o pulmão tem a propriedade de abrir os brônquios, devido ao relaxamento muscular, logo facilitado a passagem de ar.

Desnutrição – como no caso de indicação para os portadores de AIDS a maconha tem a propriedade de estimular o apetite.

Espasmos Musculares – como já foi mencionado o THC relaxa os músculos e traz sensação de alivio, assim os músculos ficam mais flexíveis evitando os espasmos musculares.

Esclerose Múltipla – a maconha é usada, tendo em vista as mesmas finalidades nos caso de espasmos musculares.

Glaucoma – ainda em fase inicial, os testes mostram que o THC diminui a pressão sobre os olhos, talvez derivados do relaxamento muscular, conseqüentemente controlando o glaucoma.

Em suma observa-se que o uso de maconha para fins medicinais tem larga utilização, após consulta e autorização e em estudos futuros. Como agora foram citadas algumas doenças que teve o uso da cannabis medicinal mostrarei algumas que ela pode causar também.

• Pessoa que usar maconha com menos de quinze anos terá memória reduzida

em 30%.

• Usuários 'pesados' têm perda de 20% dos receptores canabinoides, efeito

parece ser reversível com abstinência.

Claro que a planta ainda não foi totalmente estudada, ainda existe inúmeros efeitos que não foram descobertos. “Problemas causados por coisas banais como o preconceito são tidos como grandes para que nós não consigamos entender os reais problemas”.

Maconheiros Sangue Bom !

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Galera,

Acaba de mudar a regulamentação da doação de sangue por usuários de maconha! Agora o uso de maconha equivale ao uso de bebidas alcoólicas. Isto é, basta não usar por 12 horas para poder doar.

Por isso, o Movimento pela Legalização da Maconha (MLM) está convocando um protesto diferente. Para divulgar a nova regulamentação estamos convocando um ato coletivo de doação de sangue.

E escolhemos o Instituto Nacional do Câncer (INCA) para mostrar que um dos principais usos da maconha medicinal é justamente como auxiliar no tratamento de câncer. Além disso, há pesquisas que indicam que alguns canabinoides poderiam ser usados para combater alguns tipos de tumores.

Participe! Dia 20 de agosto, sábado, 10h no INCA (Praça da Cruz Vermelha, Centro - Rio de Janeiro)

Mostre que você é sangue bom!

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